10 outubro 2011

TOP Curitibanices: Especial Dia das Crianças

Em comemoração à Semana da Criança, perguntamos para os curtidores da página do Curitibanice no Facebook quais suas maiores lembranças de infância em Curitiba. Viaje neste ligeirinho do tempo e relembre lugares, passeios e brinquedos que fizeram a cabeça da piazada que cresceu aprendendo que lixo que não é lixo não vai pro lixo:

Família Folha
Já que falamos de lixo que não é lixo, como esquecer a gloriosa Família Folha? Os personagens criados no início da década de 1990 faziam parte da mega campanha de reciclagem desenvolvida pela Prefeitura de Curitiba naquela época. O resultado foi tão expressivo que até hoje a cidade ostenta o título de capital ecológica.

Curitibinha
Para a geração dos anos 1990, pouca coisa é tão significativa quanto o gibi desenvolvido pelo cartunista Marcos Vaz. A história toda se passava em Curitiba com personagens bem sugestivos: Graciosa, Curiticão, Sorriso, Dona Felicidade, Tio Barigui, Senhor das Araucárias, entre outros. O Curitibinha foi distribuído nas escolas da rede municipal entre 1994 e 2000.

Porquinho do Banestado
O simpático porquinho verde do extinto Banestado integrava uma ação do banco estatal paranaense e era distribuído aos correntistas como forma de estímulo à poupança. Essa talvez tenha sido a única lembrança boa do banco, privatizado pelo então governador Jayme Lerner em 2000, sendo incorporado ao Itaú, que passou a controlar a poupança da tigrada.

Balas Zequinha
As Balas Zequinha foram criadas em 1928 e inovaram ao trazer figurinhas colecionáveis nas embalagens. Mais do que um símbolo da infância curitibana, as Balas Zequinha bem poderiam ser um cartão-postal da cidade. Afinal, que outra guloseima mereceu citação em livro de Dalton Trevisan (Em busca da Curitiba perdida)?

Pintar o sete na XV
Inaugurado em 1972, o calçadão da Rua XV de Novembro foi o primeiro do Brasil. Dizem que a ideia de colocar rolos de papel e tinta para a criançada pintar no chão surgiu para marcar sua inauguração. A tradição resistiu durante décadas até que a família média curitiboca encontrasse nos shoppings opção preferencial e segura para sua prole.

Rolimã no Parque São Lourenço
Criado no mesmo ano que o Calçadão da XV, em 1972, o Parque São Lourenço teve como objetivo conter as constantes inundações do Rio Belém, que formava um grande lago na região. Desde então, o parque se consolidou como destino número um dos curitibanos mais aventureiros. A pista de rolimã do São Lourenço é uma das mais procuradas.

Passeio Público
Nos fins de semana, era bastante comum famílias inteiras lotarem as pistas do Passeio Público para dar pipoca aos macacos e tirar fotos sobre as pontes de madeira. Os mais empolgados ainda encontravam tempo para se aventurar no Parque Alvorada, outro símbolo da memória curitibana que não resistiu às atrações indoor dos shoppings center.

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